Avaliando a política de saúde mental num CAPS: a trajetória no movimento antimanicomial

Luciane Prado Kantorski, Vanda Maria da Rosa Jardim, Valéria Cristina Christello Coimbra, Álvaro Moreira Hypólito, Ariane da Cruz Guedes, Maria Carolina Meirelles, Bianca Neme Clasen, Cláudio Tosi Cavada, Jandro Moraes Cortes

Resumo


Este artigo aborda um estudo de caso do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de Alegrete – Rio Grande do Sul/Brasil e consiste num recorte do estudo de avaliação dos CAPS do sul do Brasil 1, em cuja etapa qualitativa foram estudados cinco CAPS desta região. Tem como objetivo avaliar qualitativamente um CAPS tendo como marcador a política de saúde mental, enfatizando a relação do CAPS com a gestão local e com o movimento antimanicomial. Realizou-se uma avaliação de quarta geração, utilizando-se entrevistas com usuários, familiares e trabalhadores do CAPS e observação de campo. Foi evidenciado no processo avaliativo o potencial de organização e comprometimento dos sujeitos sociais na construção cotidiana do processo de transformação das práticas em saúde mental, apesar dos limites enfrentados no interior da política local.

Palavras-chave


Centro de atenção psicossocial; Avaliação qualitativa de serviços; política de saúde mental

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DOI: https://doi.org/10.12957/epp.2010.9031

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