Reflexões fenomenológico-existenciais para a clínica psicológica em grupo

Ana Tereza Camasmie, Roberto Novaes de Sá

Resumo


A modalidade grupo na clinica psicológica parece habitar um lugar instável nas práticas clínicas, uma vez que sua validade e legitimação são questionadas principalmente em comparação com a modalidade individual. E por estarmos imersos em uma perspectiva contemporânea de privilegiar métodos que afirmem tudo o que é da ordem do individual e da autossuficiência, essa prática clinica pode restringir-se apenas a espaços de grandes demandas de atendimento psicológico, correspondendo à lógica da produtividade e comprometendo sua finalidade clínica. A fim de afirmar essa modalidade clínica na abordagem fenomenológico-existencial, este artigo pretende aproximar a fenomenologia hermenêutica de Martin Heidegger à experiência clínica a fim de refletir sobre dois aspectos importantes do cotidiano psicoterápico: o diálogo clínico e o vínculo psicoterapêutico, diferenciando das abordagens que partem de teorias essencialistas sobre grupos.

Palavras-chave


Psicoterapia; Grupo; Fenomenológico-existencial; Clínica; Martin Heidegger

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DOI: https://doi.org/10.12957/epp.2012.8231

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