L’exercice de l’hospitalité à immigrants et réfugiés dans les centres d’accueil à Paris : de la professionnalisation de l’hospitalité au rôle de sous-traitant de l’État / O exercício da hospitalidade para imigrantes e refugiados em centros de acolhimento em Paris: da profissionalização da hospitalidade à terceirização do Estado

Leandro Benedini Brusadin

Resumo


A hospitalidade, do ponto de vista sociológico e filosófico, carece de várias respostas na realidade global contemporânea. Os objetivos deste artigo são estudar os processos de hospitalidade pública para com imigrantes e refugiados sob as perspectivas da fenomenologia da hospitalidade e identificar práticas de hospitalidade pública para com imigrantes e refugiados em contextos franceses. Além desse debate teórico sobre a teoria dos pensadores contemporâneos, realizamos pesquisas de campo observacionais em instituições que hospedam imigrantes e refugiados em Paris. Conclui-se que o Estado terceiriza suas ações de hospitalidade pública em prol da solidariedade das organizações não-governamentais, mas realiza ações de controle de migração voltadas com austeridade e hostilidade ao exterior que não deseja como membro.

 

Palavras-chave: Hospitalidade; Cidade ; Imigrantes; Paris; Organizações não-governamentais.

 

Résumé

 L’hospitalité, du point de vue sociologique et philosophique, manque de plusieurs réponses face à réalité globale contemporaine. Les objectifs de cet article de sont étudier les processus d’hospitalité envers les immigrants et réfugiés dans les perspectives de la phénoménologie de l’accueil et identifier les pratiques d’hospitalité publique envers les immigrants et réfugiés dans les contextes français. En plus de ce débat théorique sur la théorie de penseurs français, nous avons effectué des recherches sur le terrain à caractère observationnel dans des institutions qui accueillent des immigrants et des réfugiés à Paris. Il est conclu que l’État sous-traite ses actions d’hospitalité publique en ce qui concerne la solidarité des institutions organisations non gouvernementales, mais il se réserve les actions de contrôle migratoire qui visent à l’austérité et à l’hostilité envers l’étranger qu’il ne veut pas en tant que membre.

 

Mots-clés : Hospitalité ; Ville ; Immigrants ; Paris ; Organisations Non Gouvernementales.


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DOI: https://doi.org/10.12957/rdc.2020.50103

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