A review of jurisprudential arguments for the permissibility of torture in islam / Uma revisão dos argumentos jurisprudenciais para a permissibilidade da tortura no islã

Mohsen Razmi, Morteza Enferadi Kolarkatteh

Resumo


DOI: 10.12957/rqi.2018.36021 

Abstract

Human dignity is the common aspect of all divine religions. Torture is an issue that has targeted human dignity. Thus, it is remembered as crime against humanity in many cultures and rules. Islam has always insisted on respect for humans. But in Islamic sources, there are documents (including direct and indirect arguments) that convey the permissibility of torture to the mind and make the audience doubt or at least contemplate in this regard. Deep thinking about its principles can be responsive to these ambiguities. The present study is a new and fundamental research which has been conducted based on library studies and seeks to answer, explore and demystify the arguments for the permissibility of torture. Study of the documentation demonstrates that the hypothesis of torture permissibility in Islam has been accepted as a “particular affirmative proposition”. The necessity of this type of research is that dynamic jurisprudence, when responding to challenges, must actively explain its positions with strong arguments.   

Keywords: Torture, Islam, arguments, permissibility

Resumo

A dignidade humana é o aspecto comum de todas as religiões divinas. A tortura é uma questão que tem como alvo a dignidade humana. Assim, é lembrado como crime contra a humanidade em muitas culturas e regras. O Islã sempre insistiu no respeito pelos humanos. Mas em fontes islâmicas, há documentos (incluindo argumentos diretos e indiretos) que transmitem à consciência a permissibilidade da tortura e fazem a audiência duvidar ou pelo menos admitir essa possibilidade. O pensamento profundo sobre seus princípios pode ser responsivo a essas ambiguidades. O presente estudo é uma pesquisa nova e fundamental que tem sido conduzida com base em estudos bibliotecários e procura responder, explorar e desmistificar os argumentos para a permissibilidade da tortura. O estudo da documentação demonstra que a hipótese de permissibilidade à tortura no Islã foi aceita como uma “proposta afirmativa em particular”. A necessidade deste tipo de pesquisa é que a jurisprudência dinâmica, ao responder aos desafios, deve ativamente explicar suas posições com fortes argumentos. 

 

Palavras-chave: Tortura, Islamismo, Argumentos, Permissibilidade


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DOI: https://doi.org/10.12957/rqi.2018.36021


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