A EDUCAÇÃO INCLUSIVA COMO PERIFÉRICA PARA A PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL

Felipe Vieira Monteiro, Edicléa Mascarenhas Fernandes

Resumo


A partir da realidade da marginalização da pessoa com deficiência e, consequentemente, da rotulação da educação inclusiva como periférica, este artigo pretende trazer um breve histórico da pessoa com deficiência até a criação das primeiras instituições especializadas. Apresentam-se também o desenvolvimento da educação até a perspectiva da inclusão, as conquistas através dos documentos oficiais, como convenções, declarações, leis, decretos e portarias, além do capacitismo estrutural na contramão desse crescimento. Por fim, há o relato de uma pessoa com deficiência visual sobre os obstáculos enfrentados para o acesso à educação e às tecnologias assistivas que podem ser utilizadas, tais como piso podotátil, sistema de áudio em paradas de ônibus, Braille, audiotexto, audiodescrição e recursos táteis que podem ser um grande auxílio para a confecção de mapas geográficos, de localização, maquetes e quaisquer outros elementos que contribuam para a construção do conhecimento. Concluiu-se que as barreiras atitudinais, arquitetônicas, metodológicas, programáticas, comunicacionais, entre outras, devem ser derrubadas para se alcançar a equidade.


Palavras-chave


Periferia; Educação especial; Capacitismo; Pessoa com deficiência visual; Tecnologia assistiva.

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DOI: https://doi.org/10.12957/periferia.2022.60167

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Revista Periferia, uma publicação eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Educação, Cultura e Comunicação em Periferias Urbanas – PPGECC/UERJ - ISSN: 1984-9540