O TERREIRO DE CANDOMBLÉ MANSO GONGOMBIRA DINHANGA NGINJI COMO ESPAÇO DE EDUCAÇÃO NÃO ESCOLAR

Ailma da Silva Conceição, Eduardo Oliveira Miranda

Resumo


A presente produção textual tem rebatimento na história de vida de uma mulher negra, candomblecista e pedagoga que vislumbra nas suas memórias as potencialidades para repercutir a efetivação da Lei 10.639/03 no seu ato de mediar a formação dos seus educandos. Sendo assim, o artigo tem como objetivo identificar como os espaços não escolar que compõem um terreiro de Candomblé Manso Gongombira Dinhanga Nginji favorece na construção da identidade negra das crianças que convivem em suas territorialidade. Acreditando nas diversas potencialidades de ensino que existem dentro de um terreiro de candomblé, para tal, utilizamos a metodologia das Narrativas Autobiográficas para alcançar os dados necessários. Verificando através de relatos como essas crianças de terreiro aprenderam os valores indenitários afro-brasileiros. A importância de estudar esse tema tem como intuito identificar fatores que encontramos nesse espaço não escolar que contribui para que as crianças constituam seus valores indenitários da cultura afro-brasileira.

Palavras-chave


educação étnica-racial; educação não formal/escolar; terreiro de Candomblé

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DOI: https://doi.org/10.12957/periferia.2020.36046

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Revista Periferia, uma publicação eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Educação, Cultura e Comunicação em Periferias Urbanas – PPGECC/UERJ - ISSN: 1984-9540