A necessária clareza de Antonio Candido

Pedro Meira Monteiro

Resumo


Para compreender a função da literatura diante dos impasses da civilização, bem como afunção da clareza da crítica literária, detenho-me num texto sobre Nietzsche, que Antonio Candido publicou em 1946, e em seu diálogo de toda a vida com Sérgio Buarque de Holanda.


Palavras-chave


Antonio Candido; Literatura; Modernidade

Texto completo:

PDF

Referências


ALCIDES, Sérgio. O Brasil no meio do caminho. Quatro Cinco Um, São Paulo, n. 2, 2017.

AUERBACH, Friedrich. Mimesis: a representação da realidade na literatura ocidental. São Paulo: Perspectiva, 2013.

HOLANDA, Sérgio Buarque de. Tentativas de mitologia. São Paulo: Perspectiva, 1979.

MONTEIRO, Pedro Meira. Signo e desterro: Sérgio Buarque de Holanda e o Brasil. São Paulo: Hucitec; E-galáxia, 2015.

PEIXOTO, Alvaro (org.). Epístola I (Alcino a Fileno). In: A poesia dos inconfidentes. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2002.

SOUZA, Antonio Candido de Mello e. O observador literário. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2004.

SOUZA, Antonio Candido de Mello e. Tese e antítese. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 1964.

SOUZA, Antonio Candido de Mello e. Vários escritos. São Paulo; Rio de Janeiro: Duas Cidades; Ouro sobre Azul, 2004.




DOI: https://doi.org/10.12957/maracanan.2018.31299

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Indexadores

                 

         

              

              

 

 

Divulgadores