1964 e as batalhas de memória 50 anos depois

Marcus Dezemone

Resumo


Este artigo realiza um balanço da historiografia e das diferentes batalhas de memória diante do significado da deposição do presidente João Goulart e do regime autoritário instaurado em seguida, por ocasião dos 50 anos do golpe de 1964. Busca-se pensar a construção de representações que de um modo geral enfatizam ora a repressão e a violência política, ora o crescimento econômico e uma suposta manutenção da ordem. Assim, são relacionadas disputas do presente às diferentes apropriações do passado, ao mesmo tempo em que se reflete sobre o caráter seletivo da memória. As memórias distintas que se traduzem em narrativas diferenciadas são a chave de entendimento para o porquê de 1964 despertar tantas paixões, versões e controvérsias na sociedade brasileira.

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DOI: https://doi.org/10.12957/revmar.2014.14305

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