Luís da Câmara Cascudo e Mário de Andrade, uma amizade epistolar

Raquel Silva Maciel

Resumo


A epistolografia caracteriza-se como uma forma essencialmente dialogada que expõe dados biográficos, literários e históricos e possibilita instituir uma proximidade a partir da continuidade da correspondência ou da tentativa de estabelecê-la. Tudo que pode ser dito e/ou escrito é capaz de ser objeto da carta, essas se expressam não só pelas palavras que contém, mas por elementos como os silêncios, portanto, são significativas para a compreensão das sociabilidades instituídas entre um conjunto de pessoas, que são ligados por interesses comuns, como os intelectuais. Nessa perspectiva, apresentamos considerações acerca da escrita epistolar, a partir da prática desenvolvida entre Luís da Câmara Cascudo e Mário de Andrade, atentando para o uso da epistolografia como espaço propício para o processo de criação intelectual e para o florescimento de relações afetivas fortes e duradouras.

Palavras-chave


Correspondências; Luís da Câmara Cascudo; Mário de Andrade.

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DOI: https://doi.org/10.12957/intellectus.2021.61799

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