Theodoro Sampaio, Friedrich Ratzel e os Sertões de Euclides da Cunha

Ricardo Alexandre Santos Sousa

Resumo


O presente trabalho trata da percepção dos sertões como possível espaço fundador da nacionalidade sob a ótica de dois intelectuais contemporâneos e que em suas interlocuções pensaram o caráter do sertanejo e a sua interação com o meio. A leitura dos sertões e dos sertanejos foi marcada naquela geração por um evento crítico, a Guerra de Canudos, que trouxe a figura do sertanejo e do sertão nordestino para o primeiro plano nas discussões acerca do caráter nacional. Em ambos os autores há subsumida a perspectiva de Friedrich Ratzel, em que o ser humano estaria intimamente ligado ao meio em que habita e disso deriva a sua possibilidade de progresso. Há, contudo nuances que diferenciam os intelectuais, Theodoro Sampaio mostrava-se menos fatalista do que o seu sucessor, Euclides da Cunha.

Palavras-chave


sertões; intelectuais brasileiros; Friedrich Ratzel

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DOI: https://doi.org/10.12957/intellectus.2020.46048

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