Mística e antimística, simbolismo e crítica literária

Eduardo Guerreiro Brito Losso

Resumo


Defendendo a hipótese de que a mística é a base fundamental de uma tradição delirante que atravessa a parte mais significativa da poesia moderna, o artigo discute como que as reações antimísticas à linguagem extravagante de escritores apofáticos e visionários se encontram tanto no controle eclesiástico, no racionalismo iluminista, quanto na crítica literária e humanista moderna. A ala antimística traça a abominável estratégia de transformar um acontecimento histórico literário e comportamental extremamente progressista, na maior parte de sua irrupção, em antiquado, reacionário, de modo a ser banido da cultura avançada para, de fato, passar somente a ser apreciado por tradicionalistas. Contra tal deturpação ideológica, o artigo propõe uma retomada do potencial transgressivo da mística a partir da releitura simbolista dela.


Palavras-chave


mística, simbolismo, crítica literária.

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DOI: https://doi.org/10.12957/intellectus.2018.39088

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