Exterioridade: exílio e nação na Argentina do século XIX

Fábio Francisco Feltrin de Souza

Resumo


Este artigo defende a hipótese de que toda experiência de vida é uma experiência de exílio. Com isso, pode-se supor que a construção de si é manejada sob o signo do nomadismo, da perda, do sofrimento que muitas vezes ganha as vestes do trauma. A escrita do exílio se dá em torno desse trauma, dessa separação, para construir uma trama ficcional. Assim, para discutir essa hipótese, serão analisadas as obras de Juan Bautista Alberdi, Esteban Echeverría, Mariquita Sánchez. Pertencentes à chamada “geração” romântica argentina de 1837, armaram um enredo para sua suas vidas e para a nação; viveram, cada um em sua singularidade na fronteira, no limiar; foram estrangeiros no mundo e fizeram do nomadismo e do desejo de fundar uma coletividade, suas vidas; transformaram o exílio em asilo. Nisso possível inferir que exista uma continuidade, uma imanência, entre exílio e nação.

Palavras-chave


Nação, Exílio, Escrita de si

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