VIRULÊNCIA E DESILUSÃO: A ORGANIZAÇÃO DA JUSTIÇA DA REPÚBLICA E O OLHAR CONTEMPORÂNEO DE AMARO CAVALCANTI E CÂNDIDO DE OLIVEIRA

Jorge Batista Fernandes

Resumo


Diga-me quem tu lês, ou citas, e eu te direi que és. |A máxima tornada popular fala um pouco de nós historiadores do século XXI. Há certo tempo mergulhamos na moda de outra máxima, onde os livros mais antigos, mais distantes no tempo, andam sumidos das citações, quando não exorcizados como sem valor ou ultrapassados. Não se trata apenas de esquecimento. Certamente para alguns sim, pois nem se dão ao trabalho de conhecê-los ou referenciá-los. A questão quase sempre se baseia no argumento da superação do conhecimento. Livros antigos, saber superado. Qualquer dia algum “grande intelectual” lhes destinará a alcunha de “desnecessários”. O problema é a forma como a superação do conhecimento se transforma em assertiva e, de forma pejorativa, correlaciona superação com banimento. Muitos dos estudos clássicos sobre o Brasil, quando têm sorte, se transformam em fonte primária. Nos bancos das graduações a historiografia chamada de tradicional repousa, há algum tempo, nas citações como obras exóticas. Como se a idade de uma obra lhe atribuísse o caráter de objeto de análise e não mais em ferramenta de abordagem. No entanto, muitas obras podem ser as duas coisas na medida em que se tornam objetos de análise histórica, principalmente dos estudos das idéias, mas que nos apresentam abordagens que se perpetuam nas análises mais recentes.

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