Miguel Reale: do Fascimo ao Autocratismo

Rodrigo Jurucê Mattos Gonçalves

Resumo


Neste artigo analisamos a trajetória pós-integralista de Miguel Reale, sobretudo com a abordagem de sua principal obra jusfilosófica: “Filosofia do Direito” (1953). Neste livro, Reale traz a lume de forma mais acabada a teoria autocrática que começa a desenvolver a partir do ocaso do integralismo em 1938. À ostensividade do fascismo integralista, o jurista paulista buscará a alternativa da formulação de uma ideologia autocrática plástica, capaz de unir fascistas, liberais e populistas, de combater o socialismo e a democracia de massas, além de fundamentar teórica e ideologicamente o programa de autoritarismo crescente da autocracia burguesa.

Palavras-chave


Miguel Reale; autocratismo pós-integralista; “Filosofia do Direito”

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DOI: https://doi.org/10.12957/intellectus.2017.27112

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