Fernanda Gomes: eloquência do silêncio
DOI:
https://doi.org/10.12957/concinnitas.2024.72336Resumen
Nosso intento nesta reflexão será demonstrar com a obra de Fernanda Gomes, amplamente perpassada pelas pequenas perceções e pela atenção exaustiva, formula uma estratégia de recepção singular – distinta da fugacidade da atenção hodierna e da intensiva discursividade do campo contemporâneo das artes. A hipótese de uma recepção singular é amparada pela constante recusa em atribuir nomes à obras e exposição (corriqueiramente intituladas com seu próprio nome, mais por insuficiência que por intenção), a insistência em destituir o poder das interferências discursivas curatoriais, sem que com isso suplemente o campo semântico do trabalho com sua própria subjetividade e vida.Publicado
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Derechos de autor 2024 Matheus Filipe Alves Madeira Drumond

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