A estranheza de Flusser: entre arte, ciência e filosofia
DOI:
https://doi.org/10.12957/concinnitas.2021.50862Resumen
Este artigo põe em evidência a estranheza de Vilém Flusser enquanto horizonte prevalente de sua ficção filosófica. Com isso, busca-se apontar as potencialidades desse horizonte estranho para uma compreensão paradoxalmente mais clara e propositiva da ciência em sua interface com a arte e a filosofia, na medida em que se explicita a dimensão ficcional.
