Eles não querem que nosso sangue escorra pelas pernas
DOI:
https://doi.org/10.12957/concinnitas.2025.72541Abstract
Neste artigo, assumo a reprodução assistida como performance para entendê-la como estratégia artística e política de resistência. Inicio, resgatando historicamente os avanços científicos que possibilitaram a existência das técnicas de reprodução assistida, e avanço, investigando aspectos que me ocorreram, enquanto meu corpo performava a reprodução, como fracasso e loucura.
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2026 Mariana do Vale

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.