Eles não querem que nosso sangue escorra pelas pernas
DOI:
https://doi.org/10.12957/concinnitas.2025.72541Abstract
Neste artigo, assumo a reprodução assistida como performance para entendê-la como estratégia artística e política de resistência. Inicio, resgatando historicamente os avanços científicos que possibilitaram a existência das técnicas de reprodução assistida, e avanço, investigando aspectos que me ocorreram, enquanto meu corpo performava a reprodução, como fracasso e loucura.
Pubblicato
2026-03-27
Come citare
do Vale, M. (2026). Eles não querem que nosso sangue escorra pelas pernas. Revista Concinnitas, 27(51). https://doi.org/10.12957/concinnitas.2025.72541
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