REPRESENTATIVIDADE LGBTI+ E COMODITIZAÇÃO: problematizando estratégias de instituições financeiras
Palavras-chave:
representatividade LGBTI+, comoditização, neoliberalismo, financeirização, produção de subjetividadeResumo
No artigo problematizamos o uso estratégico de pautas, símbolos e representatividade LGBTI+ em iniciativas de três instituições financeiras: Pride Bank, Santander e Itaú. Com base na cartografia e concepções teórico-metodológicas foucaultianas, analisamos formas e forças que se tecem e entram em jogo, como promovem a financeirização e refletimos sobre efeitos subjetivos e políticos. Colocando em questão a lógica financeiro-neoliberal, discutimos: a comoditização do orgulho, bandeira e representações identitárias para fazer aderir a produtos e, assim, apoiar a causa (Pride Bank); o uso oportunista de celebridade LGBTI+ para promover serviço e cartão (Santander); os paradoxos do programa de fomento do Itaú que, acenando diversidade e visibilidade, tudo remete ao âmbito do trabalho. Finalizamos enfatizando a importância de atentar às desigualdades e produzir fissuras nesta lógica.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2024 Sexualidade, Saúde e Sociedade Revista Latino-Americana

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
As/os autoras/es mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação. A reprodução des textos publicados em SEXUALIDAD, SALUD Y SOCIEDAD - REVISTA LATINOAMERICANA, mesmo que parcial, em outras publicações deverá indicar a sua primerira publicação nesta revista.
SEXUALIDAD, SALUD Y SOCIEDAD - REVISTA LATINOAMERICANA está licenciado sob uma Licença Creative Commons Attribution 4.0 do tipo atribuição BY.