MUSEUS NACIONAIS, PRÁTICAS PATRIMONIAIS DECOLONIAIS E VIOLÊNCIA EPISTÊMICA PERSISTENTE NAS FILIPINAS E NO BRASIL
o (não-)lugar da diversidade sexual e de gênero
Palavras-chave:
Museus, Nacionalismo, Colonialidade, Gênero, SexualidadeResumo
Os museus nacionais são produzidos por ideologias nacionais ao mesmo tempo em que contribuem para a reprodução das narrativas nacionais. Podem ser pensados como dispositivos de governamentalidade biopolítica, representando as tensões relativas à manutenção da corpopolítica, da biopolítica e da geopolítica nos âmbitos nacionais e para além deles. Raramente abordam, em suas exposições, a diversidade sexual e de gênero de seus respectivos países. Trata-se aqui de apresentar os resultados de uma reflexão sobre a violência exercida por esse tipo de museus ao apagar a diversidade sexual e de gênero de suas narrativas e reproduzir uma certa forma de homolesbotransfobia. Partindo-se do caráter contestado da ideia de nação, serão discutidas as intervenções decoloniais realizadas em museus nacionais que vêm tentando problematizar essas questões por meio da diversificação de suas exposições, como no Museu Histórico Nacional, no Brasil, e o Museu Nacional de Antropologia, nas Filipinas.
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