Elogio à lentidão:
elementos para pensar o "retorno do território" na Amazônia
DOI:
https://doi.org/10.12957/tamoios.2026.87804Resumo
Pensar as resistências e as contrarracionalidades constitui tarefa central deste artigo, que, baseado na teoria social do espaço de Milton Santos, objetiva contribuir com as discussões sobre tempo lento e lentidão, propostas pelo geógrafo brasileiro em referência, tendo alguns elementos relacionados à região amazônica como pano de fundo. Metodologicamente, apoia-se em levantamento e revisão bibliográfica, levantamento de dados secundários e na sistematização de experiências cotidianas obtidas por meio de visitas de campo na Região Metropolitana de Belém. Desse modo, evidencia-se a potência da lentidão e o “retorno do território” desde a Amazônia, notadamente a partir das formas de sobrevivência socioeconômica pautadas na criatividade humana e do papel dos cursos técnicos, de graduação e pós-graduação ofertados pelas instituições públicas de ensino superior aos povos da floresta, dos rios e dos campos na região.
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