Geohistória da sociedade panóptica

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DOI:

https://doi.org/10.12957/tamoios.2026.85956

Resumo

Pela abordagem da geohistória, buscou-se uma compreensão da sociedade nos processos genealógicos do poder. A partir da etimologia, intenta-se a empiria da geohistória como Terra-olho, avistando o espaço-tempo em uma experiência panóptica. Em seguimento, abriram-se dois caminhos: 1) o do Panóptico como arquitetura circular à sociedade disciplinar e 2) o da sociedade disciplinar à sociedade panóptica. Assim, o Panóptico – entre a torre central que tudo vê e a prisão, em celas centrífugas, que nada vê – reproduz-se como funcionalidade ao capitalismo para se extrapolarem a produção e o consumo. Para a atualidade, guia-se à sociedade panóptica na propulsão da globalização cujo coração é o ciberespaço, a virtualidade do espaço digital. Chega-se ao império dos olhos, nos juízos de distinção e de semelhança, configuradores de estruturas conflitantes e vigilantes entre si. Admite-se, ainda, o geopanóptico na constituição macrofísica da conversão entre o saber (pela informação) e o poder (pelo controle); isto é, multipanóptico da sociedade global. Por um pensamento crítico, visaram-se aos mecanismos sociais controladores dos corpos e das almas.

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Biografia do Autor

Jahan Natanael Domingos Lopes, Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

Graduando na licenciatura e bacharelado em Geografia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).

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Publicado

2026-08-07

Como Citar

LOPES, Jahan Natanael Domingos. Geohistória da sociedade panóptica. Revista Tamoios, São Gonçalo, v. 22, n. 2, 2026. DOI: 10.12957/tamoios.2026.85956. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/tamoios/article/view/85956. Acesso em: 10 ago. 2026.

Edição

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