Distribuição espacial das neofanfarras cariocas nos espaços públicos do Rio de Janeiro
DOI:
https://doi.org/10.12957/tamoios.2026.82849Resumo
As neofanfarras que atuam no Rio de Janeiro sugerem novos modos e ritmos de habitar a cidade, rompendo com o cotidiano programado e com a lógica urbana mercantilizada. Nesse sentido, visam ao exercício do direito à cidade, conforme elaborado por Henri Lefebvre e resgatado por David Harvey, ao passo que propõem o papel ativo dos habitantes na produção e transformação do espaço urbano. O objetivo deste trabalho consiste em identificar a distribuição espacial das apresentações de neofanfarras no Rio de Janeiro, evidenciando os espaços públicos ocupados pelo movimento. A partir de parâmetros temporais e espaciais, evidenciaram-se quatro áreas em que as mesmas se concentram, bem como a sua ocorrência em bairros e Zonas Administrativas. Ademais, observaram-se variações em torno da frequência e da localização dessas apresentações quando comparadas anualmente. Por fim, evidenciou-se que as neofanfarras estão sendo exitosas ao retomarem a ocupação das ruas após a pandemia de covid-19.
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