Representações Sociais das Mulheres e Relacionamentos Afetivos nas Músicas de Funk entre 2000-2018
Keywords:
Representações Sociais, Funk, Mulheres, HomensAbstract
Este trabalho analisou as Representações Sociais sobre mulher/es e relacionamentos afetivos presentes nas músicas de Funk cantadas por homens e mulheres durante o período de 2000 - 2018. Com auxílio do software IRAMUTEQ foram realizados os procedimentos de classificação hierárquica descendente e de análise fatorial de correspondência nas 219 músicas da amostra (78 de mulheres e 141 de homens). Para interpretação dos resultados, adotou-se a teoria das Representações Sociais que demonstra a existência de representações polissêmicas nas músicas das mulheres enquanto as dos homens são mais cristalizadas e rasas.
References
Akotirene, C. (2020). Ó pa í, prezada: racismo e sexismo institucionais tomando bonde nas penitenciárias femininas. Polén.
Álvaro, J. L. E. & Fernández, B. R. (2006). Representaciones sociales de la mujer. Athenea Digital. Revista de pensamiento e investigación social, 1(9), 65-77. https://doi.org/10.5565/rev/athenead/v1n9.261
American Psychological Association (2019, 16 de maio). Task Force on the Sexualization of Girls. (2007). Report of the APA Task Force on the Sexualization of Girls. APA. http://www.apa.org/pi/wpo/sexualization.html
Beltrão, S. J. (1993). A musa-mulher na canção brasileira. Estação Liberdade.
Beschizza, C. B. C. L. (2015). Funk carioca: Surgimento e trajetória no século XX. Horizonte Científico, 9(2), 1-21.
Connor, R. A., Glick, P., & Fiske, S. T. (2017). Ambivalent sexism in the twenty-first century. In C. G. Sibley & F. K. Barlow (Eds.), The Cambridge handbook of the psychology of prejudice. Cambridge University Press. 295-320 https://doi.org/10.1017/9781316161579.013
Doise, W. (1986). Levels of explanation in social psychology. European Monographs in Social Psychology. Cambridge University Press.
Huron, D. (1999). The New Empiricism: Systematic Musicology in a Postmodern Age. Ernest Bloch Lectures, 3.
Jodelet, D. (1989). Folies et représentations sociales, PUF.
Matos, C. N. (1982). Acertei no milhar - Malandragem e samba no tempo de Getúlio. Paz e Terra.
Menandro, P. R. M., & Zorzanelli, R. T. (1998). Aspectos do relacionamento amoroso identificados em letras de músicas dirigidas à camada popular urbana. Atas da SBPC, 1, 388.
Moscovici, S. (1978). Representação social da psicanálise. Zahar.
Moscovici, S. (1984). The Phenomenon of Social Representations. Cambridge University Press, 3-69.
Moscovici, S. (2011). Psicologia das minorias ativas. Vozes.
Nunes, D. B., Simeão, E., & Pereira, O. (2020). A prática da pesquisa documental em Psicologia. Revista Ibero-Americana de Ciência da Informação, 13(1), 339-359. https://doi.org/10.26512/rici.v13.n1.2020.29608
Oliveira, V. P. (2012). A influência do gosto musical no processo de construção da identidade na juventude. Psicologia.pt. https://www.psicologia.pt/artigos/ver_artigo.php?codigo=a0661
Paula, A., & Kodato, S. (2016). Psicologia social e representações sociais: Uma aproximação histórica. Revista de Psicologia da IMED, 8(2), 200-207. https://doi.org/10.18256/2175-5027/psico-imed.v8n2p200-207
Pimentel, C. E., Gunther, H., & Silva, B. M. F. (2017). Efeitos de letras de músicas em comportamentos pró-sociais. Psicologia em Revista, 23, 66-80.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
I declare that the text has not been published and was submitted exclusively to that Journal for publication. I stress that all the ethical procedures demanded in law were respected.
I declare to agree with the cession of the author rights of the article to the journal Psychology and Social Knowing, with its total or partial reproduction in print, magnetic or electronic means being forbidden, without previous written authorization by the Scientific Editor of the Journal.