Vozes do Sul e grafemas do Norte: tensões entre oralidade e escrita na educação linguística indígena brasileira
DOI:
https://doi.org/10.12957/palimpsesto.2026.92556Palavras-chave:
educação linguistica, educação escolar indígena, oralidade, escrita.Resumo
O presente artigo tem como objetivo central refletir sobre a prática de educação linguística na qual atuamos, num contexto de intensas batalhas sociais, culturais que historicamente nos situam. Motivadas pelas possibilidades multidisciplinares, as pesquisadoras procuram abordar pontos estratégicos que envolvem culturas, línguas e histórias de povos minoritários indígenas do centro-oeste brasileiro, em contexto específico. Abordaremos a educação linguística, lembrando suas conexões com a história, com as políticas educacionais e linguísticas a partir da educação formal indígena, originalmente oral em seus registros, e suas relações com os registros escritos da língua portuguesa no Brasil. A metodologia é qualitativa e o referencial teórico está baseado nos seguintes autores: Luciano (2006), Oliveira (2021), Pennycook (2016; 2018), Vergolino (2020), entre outros. Esperamos desenvolver uma reflexão flexível sobre os problemas apresentados.
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