Vir às bancas, ver a cidade:
percursos em ancoragens nas bancas (de jornal?)
DOI:
https://doi.org/10.12957/logos.2025.93871Resumo
Ao caminhar pelas ruas de centros urbanos, confrontamos bancas que, apesar de resguardarem o complemento ‘de jornal’, adaptaram-se às tensões do contexto espaço-temporal em que estão inseridas; ampliando, assim, a oferta de produtos e serviços como condição de (sobre)vivência. A partir da disposição ao consumo de elementos diversos, às bancas nos incitam a interrupção do fluxo urbano para experiências em ancoragem nas ambiências comunicacionais que com ela se enredam. Neste artigo, retomamos percursos entre bancas em Fortaleza para refletirmos sobre as relações nutridas ao se firmarem como ancoragens de agentes no fluxo urbano; ao passo em que estão ancoradas em ambiências em constante movimento.
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