À beira

vestígios de uma morfodinâmica feral

Autores

  • MARIAH XAVIER ROCHA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

DOI:

https://doi.org/10.12957/logos.2025.93252

Resumo

Ao ler a Terra como um arquivo, onde as histórias estão impressas em estratos, partirmos de seus contatos. É nos contatos que identificamos o contraste, a ausência ou a presença, um fim e um começo. Contudo, no Antropoceno, a atual época geológica, os contatos não se limitam a sobreposição de estratos, mas abarca também a superposição de acontecimentos que ocorrem lado a lado na superfície da Terra. Assim, a superfície por onde caminhamos é também um estrato em formação que potencialmente ficará registrado na história da Terra. Perceber as mudanças das paisagens, é perceber a presença e a materialidade desse tempo que nos permeia. Este artigo elabora formas críticas e sensíveis de leituras de paisagem trazendo à tona a carga histórica e simbólica contida nos detalhes de um ambiente litorâneo no sul do Brasil.

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Publicado

2026-04-23

Como Citar

XAVIER ROCHA, MARIAH. À beira: vestígios de uma morfodinâmica feral. Logos, Rio de Janeiro, v. 32, n. 65, 2026. DOI: 10.12957/logos.2025.93252. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/logos/article/view/93252. Acesso em: 27 abr. 2026.

Edição

Seção

Dossiê Paisagens e Ambientes do novo regime climático: o Antropoceno imaginado pelo sonoro, visível e sensível