À beira
vestígios de uma morfodinâmica feral
DOI:
https://doi.org/10.12957/logos.2025.93252Resumo
Ao ler a Terra como um arquivo, onde as histórias estão impressas em estratos, partirmos de seus contatos. É nos contatos que identificamos o contraste, a ausência ou a presença, um fim e um começo. Contudo, no Antropoceno, a atual época geológica, os contatos não se limitam a sobreposição de estratos, mas abarca também a superposição de acontecimentos que ocorrem lado a lado na superfície da Terra. Assim, a superfície por onde caminhamos é também um estrato em formação que potencialmente ficará registrado na história da Terra. Perceber as mudanças das paisagens, é perceber a presença e a materialidade desse tempo que nos permeia. Este artigo elabora formas críticas e sensíveis de leituras de paisagem trazendo à tona a carga histórica e simbólica contida nos detalhes de um ambiente litorâneo no sul do Brasil.
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