Entre pontos de inflexão e choques perceptivos:
mutações crítico-sensíveis no trabalho de Ana Vaz
DOI:
https://doi.org/10.12957/logos.2025.93196Resumo
Este artigo investiga os encontros entre cinema e pensamento ecológico a partir da obra da artista e cineasta Ana Vaz. Por meio da análise de sua trajetória e de filmes como A Film, Reclaimed (2015) e Atomic Garden (2018), são introduzidos debates sobre o Antropoceno e as mutações climáticas, com atenção especial ao ponto de inflexão marcado pelo lançamento das primeiras bombas atômicas e pelo período conhecido como Grande Aceleração. Busca-se compreender as reconfigurações de paradigmas epistemológicos que esses marcos impactam sobre o campo das humanidades e das artes. Por fim, propõe-se que práticas artísticas como as de Ana Vaz atuam como laboratórios de experimentação ontológica, capazes de criar territórios subjetivos atentos às condições atuais do planeta.
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