Quando o jornalismo interpela
testemunho, pauta e narrativa
DOI:
https://doi.org/10.12957/logos.2025.79650Resumo
Este artigo investiga modos de narrar que tomam partido diante dos acontecimentos. Persegue a hipótese de que a narrativa é o local privilegiado para configurar aquilo que tem início na pauta como uma possibilidade para um jornalismo que se proponha a desnaturalizar violências. Para investigá-la à luz do conceito de experiência, convoca uma reportagem que reúne o testemunho de mulheres Yanomami abusadas sexualmente por garimpeiros. Ao final, propõe um exercício de análise – a partir de alguns operadores sugeridos por Fabiana Moraes (2022) – que funciona como pistas para pensar a prática jornalística testemunhal diante da exigência de novos arranjos narrativos.
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