Escrita de si nos diários de Etty Hillesum: estudo sobre a narrativa testemunhal, existencial e de conversão em Uma Vida Interrompida
DOI:
https://doi.org/10.12957/logos.2025.74834Palavras-chave:
Comunicação, MemóriaResumo
Este artigo propõe estudo acerca das narrativas memorialísticas-testemunhais (PIERRON, 2010), presentes no livro Uma vida interrompida (2020), compilação de relatos autobiográficos extraídos dos diários de Etty Hillesum, uma holandesa judia que foi deportada e morta em Auschwitz em 1943, aos 29 anos. O objetivo da análise desses relatos é buscar perceber neles os elementos que envolvem aspectos conceituais apresentados por Philippe Pierron (2010), em sua proposta de uma filosofia do testemunho. Além disso, em nosso percurso metodológico, ao buscarmos estabelecer categorias para esquadrinhar os diários em termos dos conteúdos, pudemos perceber a prevalência de dois outros tipos narrativos, além das narrativas memorialístico-testemunhais: as narrativas de cunho profundamente existencial e as confessionais, ou de conversão que dizem respeito à relação de Etty com a fé.
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