Infância, educação e precariedade em Jane Eyre, Agnes Grey e Wuthering Heights

Ana Cristina Faria Menezes

Resumo


Este artigo propõe investigar as diferentes infâncias figuradas nas obras Agnes Grey (1847), de Anne Brontë (1820-1849), Jane Eyre (1847), de Charlotte Brontë e Wuthering Heights (1847), de Emily Brontë (1818-1848). Dado que as irmãs de Haworth viram de perto as opressões trazidas pela Revolução Industrial e, antes disso, as complicações da agricultura capitalista (EAGLETON, 2005a; WILLIAMS, 2011), os entrelaçamentos entre o contexto histórico no qual viveram e a criação ficcional de suas personagens infantis contribui para uma percepção mais refinada das respectivas precariedades (BUTLER, 2019) em jogo. Proponho, assim, que o ato de narrar tais infâncias, marcando-as materialmente quanto às suas distintas precariedades (BUTLER, 2019) expõe um sistema que precisa explorar os vulneráveis para que possa crescer.


Palavras-chave


Infância; Era Vitoriana; Irmãs Brontë

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DOI: https://doi.org/10.12957/palimpsesto.2021.57341

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ISSN 1809-3507 | DOI: 10.12957/palimpsesto


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