O realismo maravilhoso em Cien Años de Soledad, de Gabriel García Márquez.

Mariana Vieira

Resumo


O artigo revisa as diferenças e as semelhanças entre o gênero fantástico e o realismo maravilhoso. Nesse mesmo período, se explica a motivação de técnicas realistas maravilhosas e a impossibilidade de sua classificação se dar pelo nome “realismo mágico”. Após esta breve revisão, nos debruçamos sobre alguns aspectos que tornam nossa leitura de Cien Años de Soledad, como a de um romance pertencente ao realismo maravilhoso, quais sejam: o narrador do romance e a cidade narrativa Macondo. Após esta análise, conclui-se que o romance incorpora a presença do mito do eterno retorno em sua construção espaço-temporal, o que pode dialogar, em nossa leitura, com a História da América Latina e alguns aspectos de sua recepção crítica.


Palavras-chave


Realismo Maravilhoso; Cien Años de Soledad; Gabriel García Márquez; Literatura latino-americana; Literatura e História;

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.12957/palimpsesto.2021.57089

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2021 Mariana Vieira

 


ISSN 1809-3507 | DOI: 10.12957/palimpsesto


Palimpsesto é uma publicação do corpo discente do Programa de Pós-Graduação em Letras da UERJ:

UERJ >> Instituto de Letras >> Programa de Pós-graduação em Letras

 


Indexado nas seguintes bases:

 

Periodicos CAPES Latindex Find in a library with WorldCat MLA Livre MIAR ResearchBib BASE Logo UF Libraries University of Texas Libraries  Library Logo UCLA Library University of Wisconsin - Madison Libraries EZB


Licença Creative Commons

A Palimpsesto utiliza uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.