POR UMA POÉTICA NA INFÂNCIA: OS VERSOS N'A CALIGRAFIA DE DONA SOFIA

Amanda Moura

Resumo


Em 1974, em crônica publicada no Jornal do Brasil, Carlos Drummond de Andrade questiona se a poesia não seria um estado de infância. Tal reflexão anima o presente estudo, o qual almeja revisitar esse topos recorrente na literatura e investigar como manter estreitos os laços entre a linguagem poética e as crianças, considerando o potencial sensível dos pequenos. Como objeto de estudo, tomamos A caligrafia de Dona Sofia (2007), escrito e ilustrado por André Neves, a fim de examinar os artifícios visuais e verbais utilizados na confecção do livro. Para cumprirmos nossa proposta, dialogamos com autores como Regina Zilberman (2005), que excursiona pela história da poesia na literatura infantil brasileira; Nelly Novaes Coelho (2000), que examina procedimentos formais relativos à poesia voltada aos pequenos; e Rafael Sánchez-Mateos Paniagua (2018), que salienta o potencial revolucionário das ações infantis, irmanando-as ao próprio fazer poético.

Palavras-chave


Poesia, Infância, A caligrafia de Dona Sofia

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DOI: https://doi.org/10.12957/palimpsesto.2019.39942

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ISSN 1809-3507 | DOI: 10.12957/palimpsesto


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