Por repetições, desvirgulações e parênteses: a dicção cheia em pedra do sono e em o engenheiro, de João Cabral de Melo Neto

Flávia Alves Figueirêdo Souza, Alexandre Graça Faria

Resumo


Este artigo é uma série de reflexões sobre os poemas de Pedra do Sono (1942) e O engenheiro (1943), de João Cabral de Melo Neto, pensados como uma espécie de “eclipse literário” no projeto literário de seu ethos. Detidamente, só é possível vislumbrar como a dinâmica da “dicção seca”, quando analisada a disposição estrutural, morfológica, sintática e semântica de seus versos e estrofes, em favor da relação que há entre o texto estritamente literário e as intervenções de ordem linguística.


Palavras-chave


Pedra do Sono, O engenheiro, João Cabral de Melo Neto, poesia, linguística.

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DOI: https://doi.org/10.12957/palimpsesto.2018.35304

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Direitos autorais 2018 Flávia Alves Figueirêdo Souza

 


ISSN 1809-3507 | DOI: 10.12957/palimpsesto


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