Panorama da ludicidade na poesia visual

Geraldo Augusto Fernandes

Resumo


A poesia visual tem sido apresentada e comemorada, na maioria das vezes, apenas como recurso ora pictórico, ora gráfico, que o artista escolhe para se manifestar. Através dos tempos, o artifício da visualidade na poesia tem tido objetivos outros que não somente aqueles: nas épocas primevas, tinha sentido religioso e mágico; na Idade Média, sua preocupação passa a ser mais ligada à destreza e agudeza do poeta, para atingir seu ápice no Barroco e no Concretismo. Calcadas na tradição, as carmina figurata têm oferecido ao poeta e ao utente um manancial de possibilidades tanto estéticas como de deleite. Centradas no significante da palavra, a leitura que sobressai dos poemas “em forma de” tem instigado estudos unindo a questão mágico-religiosa à estética.

Palavras-chave


Poesia visual, ludicidade, tradição, inovação.

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DOI: https://doi.org/10.12957/palimpsesto.2018.35303

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Direitos autorais 2018 Geraldo Augusto Fernandes

 


ISSN 1809-3507 | DOI: 10.12957/palimpsesto


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