Entrevista com Graça Graúna, escritora indígena e professora da Universidade de Pernambuco

Tarsila de Andrade Ribeiro Lima

Resumo


Maria da Graças Ferreira Graúna, mais conhecida como Graça Graúna, é escritora indígena (povo potiguara / RN) e professora da Universidade de Pernambuco (UFPE). Ao longo de sua carreira publicou os livros Flor da mata (2014), Contrapontos da Literatura indígena contemporânea no Brasil (2013), Criaturas de Ñanderu (2010), Tear da palavra (2007), Tessituras da terra (2001) e Canto mestizo (1999). Em abril de 2015, Graça Graúna esteve na UERJ para participação em banca de defesa de dissertação e para ministrar a palestra "A palavra indígena sempre existiu", ocasião em que também ocorreu o lançamento do livro Memórias do movimento indígena do Nordeste. Aproveitamos a oportunidade para fazer uma entrevista, que Graça nos concedeu de forma gentil e carinhosa. Conversamos sobre a questão indígena no Brasil e sobre a literatura ameríndia, hoje em crescente presença no mercado editorial.


Palavras-chave


Entrevista; Graça Graúna; Palimpsesto

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ISSN 1809-3507 | DOI: 10.12957/palimpsesto


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