A formação à cidadania: uma questão teórica ou o caminho à emancipação do sujeito?

Carla Avena Camilotto, Verônica Gesser

Resumo


Esse artigo traz vozes dos alunos da quarta etapa da Educação de Jovens e Adultos de uma escola da rede municipal de ensino de Itapema/SC. Essas vozes demonstram os tipos de sujeitos em formação, consolidados por práticas que anulam suas autonomias. O corpus do estudo é composto de audiogravações de aulas de língua portuguesa, analisadas pela técnica de análise de conteúdo. Percebeu-se que o teor emergido nas mensagens dos sujeitos de pesquisa contém uma carga expressiva de informações que desvela o currículo em andamento na referida escola. Compreendemos que o currículo nunca é neutro, assim, percebemos que as práticas docentes desenvolvidas em sala de aula fazem parte dos mecanismos de sujeição do sujeito em formação, por intermédio de um fazer pedagógico desprovido de criticidade. Constatamos que esses jovens e adultos, em número significativo de situações, não participam de um ensino mais condizente com suas necessidades e realidades.


Palavras-chave


educação de jovens e adultos; currículo; ensino; sujeição

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Direitos autorais 2018 Carla Avena Camilotto, Verônica Gesser

 


ISSN 1809-3507 | DOI: 10.12957/palimpsesto


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