AMAR, VERBO INTRANSITIVO: NA CORDA BAMBA DO REALISMO?

Luciane Bernardi de Souza

Resumo


Este texto apresenta o propósito de analisar como a matriz realista do século XVIII está presentificada na obra Amar, verbo intransitivo, do escritor Mario de Andrade. A partir dos mecanismos de construção discursiva presentes no enredo dessa obra ambiciona-se averiguar as continuidades e descontinuidades dos princípios estruturais do “realismo formal”, termo conceitual cunhado pelo teórico Ian Watt referente ao romance do século XVIII e XIX, e base para a constituição da forma romance. Busca-se também averiguar que estratégias de construção discursiva essa obra dispõe na tentativa de representar a realidade do século XX.


Palavras-chave


Romance; Realismo; Enredo

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ISSN 1809-3507 | DOI: 10.12957/palimpsesto


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