Português como língua não materna: relatos de imigrantes bolivianos

Sidney de Souza Silva

Resumo


Neste estudo, focalizamos a percepção de imigrantes bolivianos sobre como adquiriram a língua portuguesa em situação de imer­são por questões laborais na cidade de São Paulo, Brasil. Muitos afirmam que a oferta exígua de programas de ensino de Português como Língua Estrangeira os leva a adquirir o português no dia a dia em seu contato direto com outros falantes de português, isto é, como resultado das necessidades de usar esta língua em suas vi­vências cotidianas. Os dados aqui apresentados fazem parte de uma pesquisa maior desenvolvida segundo os princípios da etnografia, que têm como objetivo compreender como a língua portuguesa, neste caso não materna, foi se tornando parte da vida cotidiana de cada um dos imigrantes aqui focalizados.

Palavras-chave


imigração; aprendizagem de português; língua não materna, língua de acolhimento.

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.12957/matraga.2018.33842

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


 


e-ISSN 2446-6905 | DOI: 10.12957/matraga


Matraga é uma publicação do Programa de Pós-Graduação em Letras da UERJ:

UERJ >> Instituto de Letras >> Programa de Pós-graduação em Letras

 


Indexado em:


Licença Creative Commons
A Matraga utiliza uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.