A instrução explícita e seus efeitos na produção e na percepção das fricativas anteriores do português brasileiro/L2 por hispanofalantes latino-americanos/L1

Rafael Alves de Oliveira

Resumo


No português, as fricativas anteriores surdas e sonoras constituem-se como fonemas e ocupam posição de contraste (CAMARA JR, 1977). No espanhol, enquanto as fricativas surdas constituem-se como fonemas, as sonoras só aparecem na língua como alofones posicionais ou por assimilação de vozeamento (HUALDE, 2014). Este artigo tem como objetivo analisar as estratégias de pronúncia e investigar os efeitos da instrução fonética explícita na produção e na percepção das fricativas anteriores sonoras por hispanofalantes latino-americanos aprendizes do português brasileiro. Os resultados, analisados com base nas teorias de percepção da fala em L2 (FLEGE, 1995; BEST, 1995; BEST; TYLER, 2007) e nas teorias dinamicistas sobre o desenvolvimento de L2 (LARSEN-FREEMAN, 1997; VERSPOOR, LOWIE, DE BOT, 2007), indicam, dentre outros aspectos, que a instrução explícita é uma ferramenta indispensável para o ensino da pronúncia em salas de Português como Língua Estrangeira.


Palavras-chave


Português como Língua Estrangeira. Hispanofalantes. Instrução Explícita. Fricativas Anteriores

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DOI: https://doi.org/10.12957/matraga.2018.33838

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e-ISSN 2446-6905 | DOI: 10.12957/matraga


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