O Diretor/Personagem nos documentários subjetivos sobre a ditatura argentina

María Celina Ibazeta

Resumo


Partindo da idéia de que nos documentários feitos em primeira pessoa o diretor constrói uma personagem de si próprio, este artígo analisa esta “personagem” em dois documentários argentinos sobre as experiências traumáticas pós-ditadura: Papá Iván, de María Inés Roque (2000), resgata a história de seu pai Iván Roqué, morto pela ditadura militar; e Los Rubios (2003), de Albertina Carri, explora as sequelas deixadas em sua vida pelo desaparecimento seguido de morte de seus pais.

Palavras-chave


Documentário argentino; Memória; Subjetividade



DOI: https://doi.org/10.12957/logos.2010.636

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