Uma etnografia do balé clássico: escolhas, angústias e vivências iniciais

Fernanda Ferreira de Abreu

Resumo


Com base em minha experiência inicial de campo em escolas de dança de Niterói (RJ), proponho reflexões sobre a dimensão da subjetividade do pesquisador. Para tanto, estabeleço considerações acerca das motivações envolvidas nas escolhas do tema e do campo, tendo em vista minha posição de aluna de balé clássico anterior e simultânea a de pesquisadora. A ambiguidade acarretada é pensada sobretudo a partir das considerações de Devereux (1980) a respeito das “observações recíprocas” que se operam entre etnógrafo e nativo, com ênfase nas “contraobservações”, normalmente relegadas pelos pesquisadores. Utilizando a noção de “ser afetado” proposta por Favret-Saada (2005), abordo ainda minha vivência no aprendizado corporal do balé clássico, passível de suscitar insights para a pesquisa.

 


Palavras-chave


Etnografia; Balé clássico; Contraobservação; Subjetividade

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DOI: https://doi.org/10.12957/intratextos.2015.19867

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