ANÁLISE DA MOBILIDADE COTIDIANA EM FLORIANÓPOLIS

Emannuel dos Santos Costa, Elizângela Ribeiro Bosco, Zelindro Ismael Farias, Erick de Santana Mello, Mauro de Bonis Almeida Simões, Jorge Rebollo-Squera, Isa de Oliveira Rocha

Resumo


O conceito de mobilidade é polissêmico e pode ser adjetivado para dar providência a diferentes explicações, dentre as quais destaca-se a mobilidade cotidiana, compreendida como aquela do trajeto de casa ao trabalho e vice-versa, cujas implicações forjam hábitos e práticas espaciais. Partindo desta acepção e com base na formação sócio-espacial, este artigo analisa como os Planos Diretores de Florianópolis constituíram a mobilidade cotidiana da cidade sob um paradigma desenvolvimentista e modernista que privilegia o automóvel individual. Por fim, verifica-se como a política de mobilidade atual de Florianópolis ainda obedece a esse paradigma, em que pese nacionalmente o estado da arte da literatura e das políticas públicas estar mais próximo dos conceitos de sustentabilidade e do direito à cidade.


Palavras-chave


Mobilidade Urbana; Florianópolis; Plano Diretor; Metropolização

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DOI: https://doi.org/10.12957/geouerj.2020.39525



Direitos autorais 2020 Emannuel dos Santos Costa, Elizângela Ribeiro Bosco, Zelindro Ismael Farias, Erick de Santana Mello, Mauro de Bonis Almeira Simões, Jorge Rebollo-Squera, Isa de Oliveira Rocha

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ISSN: 1415-7543 | E-ISSN: 1981-9021 | JournalDOI: https://doi.org/10.12957/geouerj

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