Adriano, graeculus ou filo-helenista?

Evelyne Azevedo

Resumo


A Grécia era considerada um reduto de cultura admirável e, sobretudo, admirada pelo Imperador Adriano, que viu ali um horizonte a ser seguido e um modelo a ser emulado. Adriano imprimiu nas suas obras uma noção de cultura filo-helenística vinculada à sua agenda política, que tinha na imagem do soberano o pilar estrutural do Império. Suas viagens, seu retrato, sua Villa podem ser considerados testemunhos preciosos do projeto político imperial que tornavam visíveis a complexidade e a ambição do programa político de Adriano, o qual considerava a cultura como um instrumento político.


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DOI: https://doi.org/10.12957/ellinikovlemma.2018.46186

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