Das rodas às rádios: um estudo sobre o consumo do pagode no Brasil

Luiza Real de Andrade Amaral

Resumo


No final dos anos 70, surgiu no Rio de Janeiro o pagode, uma nova forma de se fazer samba, com novos instrumentos e ritmo mais acelerado. Até os dias atuais, o pagode passou por diversas modificações, adaptando-se às tendências fonográficas internacionais (adicionando elementos pop à sua sonoridade) e, depois, voltando a uma maneira mais tradicional de composição. Este trabalho tem como objetivo analisar como as transformações do pagode estão relacionadas às formas pelas quais ele é consumido, partindo do princípio de que o consumo é um ato simbólico (ou seja, através dele construímos uma identificação com outros indivíduos e criamos relações sociais), defendido pela antropologia.

Palavras-chave


Samba; pagode; consumo; consumidores; globalização.

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.12957/contemporanea.2008.17089

Indexada em: Latindex . Univerciência . Doaj
Rua São Francisco Xavier, 524 -10 º Andar - Sala 10129 Bloco F - Maracanã - Rio de Janeiro - RJ
cep: 20550-013 | E-mail: ppgcomdivulga@gmail.comcontemporanea.revista@gmail.com

Facebook: facebook.com/contemporanea.uerj