Da iconoclastia à política das imagens: as aventuras da negatividade

Márcio Seligmann-Silva

Resumo


O texto estuda as seguintes estações da iconoclastia e de suas mudanças: Antiguidade; Antigo Testamento; a querela iconoclasta medieval; Arnold Schönberg; S. Freud; Th. Adorno (a negatividade das imagens repensada a partir de uma nova ética da representação); W. Benjamin (o dever de destruição das falsas imagens da história); a virada testemunhal pós-colonial; o texto conclui com uma análise de obras de Jaime Lauriano, Alfredo Jaar e Rosana Paulino.

Palavras-chave: querela iconoclasta; virada pós-colonial; ética da representação; Bildraum


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DOI: https://doi.org/10.12957/concinnitas.2021.63193

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ISSN 1981-9897