27ª Bienal de São Paulo: discursividade X experimentalismo

Jessica Seabra

Resumo


Este artigo realizada uma análise da curadoria da 27ª Bienal de São Paulo, em especial no que concerne às relações possíveis entre o uso de Hélio Oiticica como “paradigma conceitual” da mostra e a experiência sensível proposta pela exposição. São utilizadas como ferramentas de análise a categoria do “livre jogo” em Rancière em relação com as proposições de Oiticica acerca do “suprassensorial” e do “crelazer”.


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DOI: https://doi.org/10.12957/concinnitas.2020.49632

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ISSN 1981-9897