Arte, dinheiro e ‘o que for possível’

Nina Saroldi

Resumo


Neste artigo vamos explorar a hipótese de que o dinheiro se torna uma referência fundamental – tanto no sentido negativo, destrutivo, quanto no positivo, criativo – para a produção cultural contemporânea. Partindo do pressuposto de que vivemos em uma sociedade excitada, nos termos do filósofo Christoph Türcke, retomaremos o ensaio sobre a indústria cultural de Theodor Adorno e Max Horkheimer e utilizaremos a pesquisa de OlavVelthuis sobre o mercado de arte contemporânea como base para a reflexão sobre a questão dos valores na cena artística. No final, a título de ilustração das ideias apresentadas, faremos um breve estudo de caso da obra da artista plástica ChristinLahr.


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ISSN 1981-9897