INFÂNCIAS REFUGIADAS: MEMÓRIA, ESQUECIMENTO E IDENTIDADE MIGRATÓRIA NO PATRIMÔNIO CULTURAL (VENEZUELA – BRASIL, 2015-2020)

Autores

Resumo

O artigo analisa as tensões entre a memória e o esquecimento, o trauma e a valorização das heranças culturais que constituem elementos importantes para a formação identitária das crianças que compõem os refugiados venezuelanos no Brasil no período de 2015 a 2020. Para o estudo dos fluxos migratórios no Brasil foram acessados instrumentos quali-quantitativos produzidos pela parceria entre Observatório das Migrações Internacionais; Ministério da Justiça e Segurança Pública e Comitê Nacional para os Refugiados, gerando relatórios, cartografias e documentos estatísticos anuais, além de documentos da UNESCO e UNICEF. A metodologia adotada para além da revisão bibliográfica, analisa imagens e falas de crianças venezuelanas refugiadas na perspectiva da sociologia das emoções.

Biografia do Autor

Janaina Cardoso de Mello, Universidade Federal de Sergipe (UFS)

Doutora em História Social (UFRJ) e Pós-Doutoranda em Estudos Culturais (PACC-UFRJ), Mestra em Turismo (PPMTUR-IFS) e em Memória Social (UNIRIO), Professora Adjunta de História (UFS), no Departamento de História, no Mestrado em História (PROHIS) e no Mestrado em Ensino de História (PROFHISTÓRIA). 

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Publicado

2023-11-21

Como Citar

Mello, J. C. de. (2023). INFÂNCIAS REFUGIADAS: MEMÓRIA, ESQUECIMENTO E IDENTIDADE MIGRATÓRIA NO PATRIMÔNIO CULTURAL (VENEZUELA – BRASIL, 2015-2020). Dia-Logos: Revista Discente Da Pós-Graduação Em História, 16(2). Recuperado de https://www.e-publicacoes.uerj.br/dia-logos/article/view/76846

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Artigos Livres