Aqueles que estão mortos não se foram para sempre
Da manutenção da supremacia, o museu etnológico e as complexidades do Fórum Humboldt
DOI:
https://doi.org/10.12957/concinnitas.2024.85962Palabras clave:
Museu universal, restituição, colonialidade do poder, queerificar o museuResumen
Ndikung expõe a continuidade do projeto colonial na Alemanha do século 21, ao escrever sobre a decisão do Estado, apoiada por especialistas, de reconstruir as fachadas do palácio da cidade de Berlim para albergar a coleção de objetos etnológicos e obras de arte do Fórum Humboldt – inaugurado em 2021. Em meio às críticas de parte da população em relação à proveniência da coleção, Ndikung constrói nós de resistência à violência colonial contemporânea e secular.
Publicado
2024-12-17
Cómo citar
Soh Bejeng Ndikung, B., Leal, A., & Quinderé, N. (2024). Aqueles que estão mortos não se foram para sempre: Da manutenção da supremacia, o museu etnológico e as complexidades do Fórum Humboldt. Revista Concinnitas, 25(48). https://doi.org/10.12957/concinnitas.2024.85962
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Derechos de autor 2024 Bonaventure Soh Bejeng Ndikung; André Leal, Natália Quinderé

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